Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

IGREJA CATOLICA ORTODOXA - NOTICIAS

CONVITE A SUA EMINENCIA SERENÍSSIMA DOM ARMANDO (GABRIEL II)



No dia 22 de Abril pelas 11 horas e a convite do Senhor Presidente da Camara Municipal,Comunidadede Israelita de Lisboa e do Eminentissimo Cardeal Patriarca de Lisboa, esteve Sua Eminencia O Arcebispo Primaz Dom Armando(Gabriel II) presente na inauguração do monumento ás vitimas da inquisição.

SEMINÁRIO


Inaugurado o novo Seminário de Santa Filomena e Instituto de formação Teológico da Igreja, onde já decorre o 3º ano do curso de Teologia, Em Lisboa.

S.O.S LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL


Todos os Sábados e Domingos pelas 16 horas o Senhor Arcebispo, ajuda os fiéis na compreensão dos seus problemas espirituais. Com Benção dos Santos ÓLEOS. ENTRADA LIVRE. SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS.(trav.de Stº António da Sé, 5-Lx)

 

34 ANOS DE CONSAGRAÇÃO MONÁSTICA

 

NO DIA 29 DE JUNHO  SUA EMINÊNCIA SERENÍSSIMA DOM ARMANDO (GABRIEL II) CELEBROU SOLENE PONTIFICAL NO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS PELA FESTA DE S. PEDRO E S.PAULO, APÓSTOLOS QUE MARCARAM O DIA DA SUA CONSAGRAÇÃO MONÁSTICA PELAS MÃOS DE DOM GABRIEL I DE FELIZ MEMÓRIA, NA CAPELA DOS JERÓNIMOS AO RESTELO NA CIDADE DE LISBOA.

 

A 22 DE JANEIRO DE 2012 VAI ACONTECER NO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS

EM LISBOA PELAS 16,30 H A SANTA MISSA ECUMÉNICA PELA UNIÃO DOS CRISTÃOS

 

 DIA 8 DE MARÇO O SENHOR ARCEBISPO ESTARÁ NO PROGRAMA DA RTP 2 A FÉ DOS HOMENS, PELAS 18 H

 



publicado por igrejacatolicaortodoxa às 16:22
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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

EXPLICAÇÃO SOBRE O EXORCISMO

Nas culturas egípcia, babilônica, assíria e judaica, atribuíam-se certas doenças e calamidades naturais à acção dos demônios. Para afastá-los, recorria-se a algum esconjuro ou exorcismo. A cultura ocidental recebeu essas idéias através da Bíblia e do cristianismo primitivo. No cristianismo, exorcismo (do grego exorkismós, "acto de fazer jurar", pelo latim exorcismu) é a cerimônia que visa esconjurar os espíritos maus, forçando-os a deixar os corpos possessos ou dominar sua influência sobre pessoas, objetos, situações ou lugares. Quando objetiva a expulsão de demônios, chama-se Exorcismo Solene e deve fazer-se de acordo com fórmulas consagradas, que incluem aspersão de água benta, imposição das mãos, conjurações, sinais da cruz, recitação de orações, salmos, cânticos, etc. Além disso, o ritual católico do exorcismo pode ser executado por sacerdotes somente quando são expressamente autorizados por bispos.

Possessões: Possessão é o estado ou condição em que o corpo e (ou) a mente de um indivíduo são supostamente possuídos ou dominados por uma entidade (um ser, força, ou demónio) que lhes é externa, ou que não se manifesta habitualmente nas atividades da vida diária. A possessão, considerada como experiência de natureza psicológica e social, pode ser verificada individual ou coletivamente, e ter caráter inesperado, ou estar submetida a algum tipo de controle ritual; em diversas sociedades e culturas, figura como episódio ou experiência central da vida religiosa. Podemos dividir, genericamente, as formas de possessão em quatro categorias. Encosto O espírito fica próximo à pessoa, mas a influência é pequena. Neste caso, banhos de água benta e sal exorcisado ou orações como o Pai-Nosso ou o Credo, afastam este espírito inferior. Geralmente estes espíritos são de pessoas que desencarnaram e pertencem à família do possuído. Espírito opressivo O espírito tem a capacidade de "vampirizar" a energia do indivíduo. Os efeitos são sentidos como um cansaço ou vontade de chorar que podem cessar de um momento para outro. Indica-se neste caso, que se utilize um saquinho que contenha medalhas de santos bentos, sempre junto ao corpo para neutralizar a presença deste espírito. Também os banho de água benta com sal exorcisado, são benéficos neste caso. A leitura do salmo 23 é o mais indicado contra o espírito opressivo.

Obsessão O espírito consegue ficar de maneira tão dominante no corpo astral do indivíduo que pode até mesmo mudar o modo de falar e fazer coisas que normalmente não faria no dia-a-dia. Chega até mesmo a não reconhecer parentes e pessoas próximas de seu convívio.

Possessão demoníaca Neste caso, o espírito toma o corpo da pessoa, fazendo com que ocorram até fenômenos de "poltergeist" (conjunto de fenômenos produzidos espontaneamente, que consiste em ruídos e deslocamento de objetos, podendo ter duração indeterminada).

Exorcismos na Bíblia O Antigo Testamento, embora reconheça a atuação do demônio a partir da tentação e da queda de Adão no paraíso, praticamente não alude a uma acção maléfica direta do diabo sobre os homens. Foi no judaísmo antigo que se atribuíram ao demônio intervenções muito concretas na vida cotidiana. O Livro de Tobias (século II a.C.), de influência assíria, narra um exorcismo praticado mediante a oração e utilização das vísceras de um peixe. No Novo Testamento, que não apresenta modificações essenciais no que se refere ao exorcismo, o Evangelho de Marcos é o que insiste de maneira mais realista nos exorcismos praticados por Jesus e por seus discípulos. Em certos casos, trata-se de expulsar o demônio do corpo de possessos ou lunáticos. Em outros, da cura de enfermidades atribuídas à acção do demônio. Os evangelistas se servem dessas vigorosas ilustrações para demonstrar a vitória de Jesus sobre Satanás e também para mostrar como seu povo se libertou do pecado. "Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso" (João - 12:31). Esses milagres seriam um sinal da instauração do reino de Deus. "Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós" (Mt - 12:28). Exorcismos na história da Igreja As curas e os exorcismos foram comuns na igreja primitiva. Com o reconhecimento oficial da Igreja sob o imperador Constantino, os exorcismos carismáticos, realizados informalmente por qualquer cristão, deram lugar à institucionalização da função do exorcista. O Rituale Romanum reuniu mais tarde, diversos ritos de exorcismos para situações variadas. Também as igrejas reformadas estabeleceram tais ritos. A Igreja Católica, como também algumas denominações protestantes, admite os exorcismos ordinários, contidos no rito do batismo, como símbolo da libertação do pecado e do poder do demônio. Pratica-se o exorcismo ordinário na bênção da água batismal e na sagração dos santos óleos. Os exorcismos solenes, que têm por objetivo expulsar o demônio do corpo de um possuído, são práticas raríssimas e só confiadas, mediante permissão episcopal, a sacerdotes muito experientes. O exorcismo católico inicia-se com a expressão latina "Adjure te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem" (eu te ordeno, espírito maligno, pelo Deus Todo-Poderoso). O processo pode ser longo e extenuante, chegando a se estender por vários dias. A possessão está associada ao mal. O processo de libertação é feito de forma dramática e violenta. Os exorcistas recorrem as preces, água-benta, defumadores, essências de rosas e arruda. O sal que é associado à pureza espiritual também é utilizado. Porém, o cristianismo deste século tem uma atitude dividida em relação ao exorcismo. Por um lado, mantém distância de sua prática, atuando mais próximos a psiquiatras e médicos e autorizando estudos para esclarecer este fenômeno. Mesmo assim, a Igreja oculta os casos confirmados de possessão a prática dos rituais de expulsão. Ainda, o Papa João Paulo II declarou ter aplicado o exorcismo sob uma jovem, em 1982.

Dom Armando

publicado por igrejacatolicaortodoxa às 18:58
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

PORQUE SOMOS CATOLICOS ORTODOXOS

A IACO
IGREJA APOSTOLICA CATOLICA ORTODOXA foi fundada para a propagação do Cristianismo em toda a Península Ibérica, e com possíveis ramificações em outros países e continentes, que se separa de todas as Igrejas Institucionais existentes que, pelos muitos erros, que algumas têm cometido ao longo dos anos, quase desde o momento em que nasceram, trocando em muitos momentos a beleza dos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, na sua simplicidade, humildade, pobreza e amor ao próximo, por uma instituição altamente ditatorial e intolerante, onde impera a pompa e o absolutismo, com o prejuízo do verdadeiro Cristianismo, que se encontra nos humildes, nos operários, nas prostitutas e prostitutos, nos doentes, nos marginalizados, discriminados e mal amados por esta sociedade injusta e imoral, verdadeiros e legítimos representantes de Jesus Cristo, o Profeta de Nazaré, Filho Unigénito de Deus.

 
 A IACO  tem por estrutura os ensinamentos bíblicos do Antigo e Novo Testamento.

 

 A IACO nasce como as Igrejas dos primeiros séculos do Cristianismo, que eram nada mais do que Igrejas Nacionais, que viviam e se desenvolviam com autonomia completa, sem vassalagem ao Bispo de Roma ou ao Patriarca de Constantinopla, ou a qualquer outro Patriarca, Metropolita, Arcebispo ou Primaz. Como escreveu Tertuliano: "As nossas numerosas Igrejas reputam-se todas à mesma Igreja, a primeira de todas fundada pelos Santos Apóstolos de Jesus Cristo e Mãe de todas as demais. São todas apostólicas e, juntas, não vêem a ser mais do que uma só, pela comunicação da paz, pelo mútuo tratamento de irmãos, pelos vínculos de hospitalidade que unem a todos os fiéis".

 

A IACO  e os seus membros de pleno direito, firmam-se e crescem na sua fé em Jesus Cristo, sem medo de "falsas excomunhões" e de "condenações sem fim", por parte de alguns dos seus irmãos na mesma fé em Cristo Jesus, que ainda se deliciam em usar em pleno séc. XX, a arma unicamente política da Idade Média, esquecendo-se totalmente da "Carta Magna Evangélica" do Sermão da Montanha.

Nascemos pela nossa fé em Cristo e na certeza de que somos filhos de Deus e que como tal desejamos viver, crescer e morrer, sem medo que nos vomitem o seu ódio, por não continuarmos submetidos á sua vontade e à sua ditadura anti-cristã, déspota e discriminatória.

 

A IACO  nasce com a certeza de que toda a espécie de fraqueza, miséria, humildemente reconhecida e confessada, atrairá sobre a Santa Igreja a compaixão e a misericórdia de Deus, ao passo que o orgulho excitará à indignação e condenação de Deus.

 

Acreditamos firmemente que não é possível que o mundo leve a sério as organizações de falsários e mistificadores que, século após século, vêm mentindo e enganando os cristãos e a humanidade. O sangue dos nossos irmãos, não permite que os cristãos e a humanidade sejam sufocados constantemente, acorrentados e aprisionados por homens que representam no momento os sacerdotes da Antiga Lei, os mesmos da crucifixão de Jesus Cristo. Aqueles que foram redimidos por Cristo Jesus e nos redimiram com o seu sangue nos campos de combate, vítimas daqueles que se diziam representantes de Jesus Cristo na terra, não permitem que sejamos covardes numa hora destas, que devemos restaurar a nossa Fé Católica Ortodoxa.

 

Acreditamos que as instituições humanas e "divinas" que nos condenam, acusam e excomungam, assim procedem porque os seus representantes, os hierarcas e chefes máximos, papas e primazes, têm vindo a colocar através dos séculos os seus interesses pessoais, políticos e sobretudo económicos, acima dos interesses da comunidade cristã e dos cidadãos em geral, colocando-se como déspotas e autocratas, seguindo uma postura e comportamento, em tudo contrário aos ensinamentos de Jesus, de quem se intitulam únicos representantes e vigários. A Igreja de Cristo não é dirigida por homens que se esquecem do carácter sobrenatural da sua missão na terra, e muito menos por aqueles que afirmam nas Eucaristias que os dons de Deus são distribuídos consoante o dinheiro que é oferecido á Igreja. Os dons de Deus não se vendem.

 

Acreditamos que a Igreja de Jesus Cristo na terra, não pode ser uma Igreja do poder e do domínio, da burocracia e da discriminação, da marginalização, da repressão e da inquisição.

 

Acreditamos que a aliança de Deus com os homens, os pobres e os humildes, está em contradição com a arrogância, de qualquer espécie de poder que condena e elimina o inocente porque é incómodo.

 

Acreditamos e temos consciência de que, os originais, os espontâneos, os não conformistas, os inflexíveis perante as humilhações, os lineares e indomáveis capazes de desmascarar compromissos sibilinos e condicionamentos opressores, oportunismos indignos e servilismos despropositados, ficam por vezes isolados, são progressivamente marginalizados, e depois descredibilizados, expulsos e escarnecidos, suspeitos e obrigados a sofrer inúmeras frustrações com origem em atordoadas e insinuações gravosas cozinhadas nas suas costas.

 

Acreditamos que a unidade do Espírito Santo exige não a uniformidade, mas a diversidade, permanecendo cada um com a sua própria personalidade em benefício de todos. Na dinâmica desta troca se constrói e cresce a Santa Igreja de Jesus Cristo para proveito comum.

 

Acreditamos que a moral não é uma coisa estática; é um processo no qual valores passados são testados de novo, postos à prova em contextos de vida diferentes. Por vezes, estes valores éticos são repensados à luz da experiência de vida contemporânea, revelam-se como não plenamente adequados e por conseguinte, carecem de ser re-adaptados à autenticidade da mensagem de Cristo que, não sendo nunca estática, é sempre e sempre, original.

 

Acreditamos plenamente no que afirma São Bernardo, quando escreve: "o zelo de muitos e muitos eclesiásticos serve apenas para garantir o seu lugar. Tudo é feito em razão da carreira, nada ou bem pouco em função da santidade. Se quisesse tentar evitar redundâncias e ser mais directo dizia: «Por favor, isto não é conveniente, não está conforme aos tempos, não é adequado à vossa grandeza; tende em conta a dignidade da vossa própria pessoa»."

 
publicado por igrejacatolicaortodoxa às 13:17
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